Descubra a importância dos mudras (poses feitas com as mãos), saiba quais são os principais e o que cada deles favorece durante a meditação e vá além: aprenda a fazê-los!
Texto • Geisa D’avo / Ilustrações • Luciana Ruivo - Fonte: Triada
Eles estão presentes nas técnicas de meditação do yoga, nas imagens
sagradas do Budismo, na dança indiana e em diversos elementos
relacionados à cultura e iconografia hindu. Os mudras, essencialmente,
nada mais são do que posturas e gestos feitos com a mão com o intuito de
estimular e equilibrar os pontos de energia do corpo humano. Mas, por
trás de cada um destes posicionamentos, escondem-se significados
místicos repletos de sabedoria e tradição.
Os mudras na meditação
É importante saber que não apenas a posição dos dedos, mas também a
altura do corpo onde o mudra é posicionado, bem como o tipo de mudra
escolhido, são fundamentais para que se obtenha o efeito desejado
durante a meditação. “Estas escolhas vão permitir que você direcione a
respiração, assim como a energia vital do prana para determinada região,
agindo, assim, diretamente sobre os chakras”, afirma a instrutora de meditação
Ma Prem Adarsha.
Vale lembrar que os mudras são gestos reflexológicos que produzem efeitos sobre o estado mental de quem o pratica, conduzindo as ondas cerebrais para o estado que lhe interessar. Por isso, para selecionar um posicionamento adequado, o ideal é ficar atento ao seu estado mental ou manter-se focado em algum processo de cura e, assim, escolher o mudra que melhor se encaixar no processo que o levará a atingir seu propósito.
“Os mudras incidem no corpo emocional com muita força e trazem benefícios imediatos, principalmente quando associados a exercícios respiratórios. Mas se você não domina esta ferramenta, não deixe que isso se torne um pretexto para não meditar. A minha sugestão para os iniciantes é o Gyan Mudra, um dos posicionamentos mais fáceis e populares”, conclui a instrutora.
Vale lembrar que os mudras são gestos reflexológicos que produzem efeitos sobre o estado mental de quem o pratica, conduzindo as ondas cerebrais para o estado que lhe interessar. Por isso, para selecionar um posicionamento adequado, o ideal é ficar atento ao seu estado mental ou manter-se focado em algum processo de cura e, assim, escolher o mudra que melhor se encaixar no processo que o levará a atingir seu propósito.
“Os mudras incidem no corpo emocional com muita força e trazem benefícios imediatos, principalmente quando associados a exercícios respiratórios. Mas se você não domina esta ferramenta, não deixe que isso se torne um pretexto para não meditar. A minha sugestão para os iniciantes é o Gyan Mudra, um dos posicionamentos mais fáceis e populares”, conclui a instrutora.
Mudra da Felicidade
Este mudra afasta a tristeza, a angústia e o sofrimento. É indicado para pessoas que passam por desequilíbrio emocional ou enfrentam qualquer tipo de medo.
Gyan Mudra
deal para iniciantes na prática meditativa, já que possibilita um melhor controle respiratório e estimula a tranquilidade, o conhecimento e a capacidade de concentração.
Dhyana-mudra
Ideal para quem deseja esvaziar a mente por completo e, assim, encontrar a sabedoria interior. Este mudra estimula o contato com a essência individual e possibilita o reconhecimento da consciência universal.
Mudra Kureba
Este mudra é uma contemplação ao deus da riqueza. Por isso, é ideal para quem procura confiança, tranquilidade, serenidade ou ainda para pessoas que estão prestes a tomar uma decisão difícil.
Mudra Matangi
Este mudra estimula a harmonia interna e a renovação da energia. Portanto, é indicado para quem deseja recuperar o equilíbrio espiritual, ou mesmo para pessoas que sofrem com problemas de digestão e circulação.
Transforme sua vida em gestos que lhe tragam paz e tranquilidade!
Uma maravilhosa semana para todos.
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